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SOM DO NORTE


OCORRÊNCIAS

SIGNIFICATIVAS

NO MÊS DE

NOVEMBRO

 

DISCOS DE SUCESSO EM 1958

78 rpm

Till – Percy Faith e sua Orquestra e Coro – Columbia

Gigi – Vic Damone – Columbia

Meu Castigo – Agostinho dos Santos – RGE

Covarde – Fernando Barreto – RCA Victor

La Blusa Azul – Trio Avileño – Columbia

Patricia – Sylvio Mazzuca e sua Orq. – Columbia

LPs

Elvis’ Golden Records – Elvis Presley – RCA Victor

Natal das Crianças - As Meninas da Casa de Lázaro - Odeon

DISCOS DE SUCESSO EM 1959

78 rpm

Quero Beijar-te as Mãos-Anísio Silva - Odeon

Petite Fleur - Bob Crosby - RGE

A Deusa do Asfalto-Nelson Gonçalves-RCA Victor

Revolta - Nelson Gonçalves - RCA Victor

A Felicidade - João Gilberto - Odeon

Não Digo o Nome - Anísio Silva - Odeon

Não Tenho Lágrimas-Nat "King" Cole - Capitol

Ela Disse-me Assim - Jamelão - Continental

Se Eu Pudesse - Orlando Dias - Odeon

Personality - Don Taylor - RGE

Quem É? - Osmar Navarro -Polydor

Argumento - Nelson Gonçalves - RCA Victor

Lacinhos Cor de Rosa - Celly Campello - Odeon

Vida da Minha Vida - Jorge Goulart - RCA Victor

Oração de Amor - José Lopes - Chantecler

O Milagre da Volta - João Dias - Columbia

A Noite do Meu Bem - Ellen de Lima - RCA Victor

Donde Estará Mi Vida - Joselito - RCA Victor

LPs

'S Hollywood - Ray Conniff e sua Orq. - Columbia

Música, Maestro! - Zacarias e sua Orq.-RCA Victor

Casino de Sevilla - Orq. de Espetáculos Casino de Sevilla - RGE

Sucessos de Ouro-Billy Vaughn e s/Orq. - RGE

Brincando de Escola - Mário Zan e Coro Infantil - RCA Victor

Meu Coração Canta - Carlos Gonzaga - RCA Victor

Saeta-A Canção do Rouxinol - Joselito- RCA Victor

Viva o Samba - Breno Sauer e seu Conj. - Columbia

DISCOS DE SUCESSO EM 1960

78 rpm

Tu Sabes – Marta Mendonça – Chantecler

Bat Masterson – Carlos Gonzaga – RCA Victor

Faz-me Rir – Edith Veiga – Chantecler

O Barquinho – Maysa – RGE

Mustafá – Ivon Curi – RCA Victor

Broto Legal – Sergio Murilo – Columbia

Chama de Amor – Carlos Gonzaga – RCA Victor

Nuestro Juramento – Roberto Yanês – Columbia

Rock do Mendigo – Moacyr Franco – Copacabana

Pillow Talk – Doris Day – Columbia

Por Toda Vida – Anisio Silva – Odeon

Adão e Eva – Sergio Murilo – Columbia

Eu Canto Assim – Carlos Gonzaga – RCA Victor

Olhos Cor do Céu – Sergio Murilo – Columbia

Serenata Suburbana – Dalva de Andrade – Odeon

LPs

Queixas - Nelson Gonçalves - RCA Victor

Boleros e Canções Espanholas - Connie Francis - MGM

DISCOS DE SUCESSO EM 1961

78 rpm 

Bat Masterson – Altamiro Carrilho – Copacabana

Faz me Rir – Edith Veiga – Chantecler

Não Sabemos – Leila Silva – Chantecler

Perdão Para Dois – Leila Silva – Chantecler

Alguém é Bobo de Alguém – Wilson Miranda – Chantecler

Coração de Luto – Teixeirinha – Sertanejo

Tu Sabes – Marta Mendonça – Chantecler

Bat Masterson – Carlos Gonzaga – RCA Victor

O Barquinho – Maysa – RGE 

LPs 

Canções Para Uma Banda de Swing – Connie Francis - MGM

DISCOS DE SUCESSO EM 1962

78 rpm 

El Costo de la Vida – Juan Luis Guerra

Quem É? – Oslain Galvão – RGE

Seguirei Teus Passos – Vera Maria – Chantecler

Come September – Billy Vaughn e s/Orq. – RGE 

LPs 

Demetrius – Ídolo da Juventude – Continental

Waldir Azevedo Internacional - Continental

DISCOS DE SUCESSO EM 1963

78 rpm 

Chariot – Lana Bittencourt – CBS

Doce Amargura – Moacyr Franco – Copacabana 

LPs 

Os Anjos Cantam Vol 2 – Nilo Amaro e seus Cantores de Ébano – Odeon

Capricho – Osny Silva - Continental

Um Brasileiro na Itália – Francisco Petrônio – Continental

Nilton César – Continental

Saia Vermelha – Poly e sua guitarra - Continental

 

 

 


CRONOLOGIA

Nossos registros:

Em 1903, 7 de novembro - Nasce em Ubá, Minas Gerais, Ary Barroso, compositor, pianista e regente de orquestra. Morre em 9 de fevereiro de 1964.

Em 1916, 6 de novembro - Sob petição de Ernesto Joaquim Maria dos Santos (Donga) é registrada, no Departamento de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional, a música "Pelo Telephone", gravada na Casa Edison. O registro foi acompanhado por uma partitura para piano, assinada por Pixinguinha, com o gênero identificado como samba.

Em 1916, 27 de novembro - Confirmada a inscrição da música "Pelo Telephone", de autoria de Ernesto dos Santos (Donga), no Livro de Registro de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional. Embora não fosse criada com o sentido de música carnavalesca foi neste gênero que marcou época.

Em 1921, 14 de novembro - Nasce Farnésio Dutra e Silva, ou Dick Farney, cantor e pianista. Morre em 4 de agosto de 1987.

Em 1941, 12 de novembro - Nasce João Nogueira, cantor e compositor de sambas.

Em 1942, 12 de novembro - Nasce Paulinho da Viola, cantor e compositor, no Rio de Janeiro.

Em 1947, 21 de novembro - Nasce a versátil cantora Alcione.

Em 1959, 17 de novembro - Morre Heitor Villa Lobos, compositor brasileiro, autor de mais de mil obras, a maioria no estilo clássico, aos 72 anos de idade.

Em 1959, 26 de novembro - O "Diário de Notícias", de Porto Alegre, em sua coluna "DiscoScope", assinada por Voltaire Dutra Paes, enaltece o novo programa da Rádio Itaí, produzido e apresentado pelos disc-jockeys Fausto de Almeida Vieira e Cláudio Laitano Santos.

Em 1962, novembro - No sofisticado Carnegie Hall, em New York, os norteamericanos conhecem a bossa-nova através de seus mais expressivos intérpretes.

Em 1964, 23 de novembro -Nasce Carlinhos Brown, cantor e compositor.

Em 1980, 30 de novembro - Morre Angenor de Oliveira, o Cartola, autor de sambas.

Em 1982, 23 de novembro - Morre Adoniran Barbosa, cantor, compositor, ator e comediante.

Em 1991, 24 de novembro - Morre Freddie Mercury, aos 45 anos, vocalista da banda Queen e cantor solo.

Em 1999, 14 de novembro - Morre Zé Keti, cantor e compositor.

Em 2003, 18 de novembro - Morre o músico Don Gibson, autor de "I Can't Stop Loving You", "Sweet Dreams" e "Oh, Lonesome Me", sucessos mundiais nas décadas 1950/60.

Em 2008, 10 de novembro - Morre, aos 76 anos, a cantora sul-africana Miriam Makeba, conhecida como "Mama Afrika". Entre seus sucessos, na década de 1970, "Pata Pata".

BANDA BARRA DA SAIA NO RIO GRANDE

A BARRA DA SAIA apresentou-se em Porto Alegre, São Leopoldo, Caxias do Sul e São Marcos, no mês de outubro. Conversamos com Adriana Sanchez, Adriana Farias, Fernanda Kostchak e Julia Lage, que fazem parte da Banda.

 

 

 

 


NÃO DEIXE DE ASSISTIR! 

EM NOVEMBRO

AS GALVÃO

25- Show do Projeto Brasil Clássico Caipira - Campo Grande, MS

29 - Show do Projeto Brasil Clássico Caipira - Belém - PA

 

CLAUDIA TELLES

28, 29 - Salão da Caixa - 20:00 hs - São Paulo - SP

 

Informações fornecidas pelos artistas participantes.


A ORIGEM DE ALGUNS INSTRUMENTOS MUSICAIS

Pífaro ou pífano (instrumento de sopro semelhante à flauta) - Teve sua origem na Suiça. Chegou à França em 1534, tendo sido levado, após, para a Inglaterra, onde passou por várias modificações e espalhou-se pelo mundo.

Banjo - É originário da África. Depois de muito usado na América do Norte, alguns regentes de orquestras passaram a incluí-lo em suas bandas de jazz.

Ocarina - Trata-se de um instrumento feito de barro e metal, no formato ovóide, produzindo sons semelhantes aos da flauta. Consta que seu inventor chama-se Giuseppe Donati, industrial italiano que vivia na cidade de Budrio.

Acordeão - O acordeão, ou acordeon, teria sido inventado no século XIX. Trata-se de um instrumento musical que atua pela mecânica do vento e dotado de linguetas metálicas que vibram através de um fole.

Há controvérsias a respeito do criador do acordeão. C. Buffet teria inventado o instrumento em 1827, mas alguns atribuem tal façanha ao músico vienense de nome Damião, em 1829. Também em Paris, Puisonnat e Eschemback, teriam construído um instrumento idêntico.

 

E, por fim, há informações que as notas musicais foram criadas por Guido de Arezzo, em 1024.

 

Fonte: “Curiosidades – Vol. 3” – Autor: Valmiro Rodrigues Vidal – 1955


NOSSA DIVERSIDADE MUSICAL

 

A todo o instante estão surgindo talentos na arte da música. Em todo o mundo. No Brasil, então, nem se fala. A criatividade é algo nato no brasileiro. A maioria dos artistas não pensa em ganhar dinheiro com a voz ou com seu instrumento musical. O objetivo é mostrar sua arte, é colher aplausos e ser reconhecido pelo seu trabalho. Não é o que as gravadoras almejam. Afinal, elas tem compromissos financeiros, acionistas, empregados esperando ganhar mais, impostos, enfim, circulam na contra-mão dos objetivos de muitos artistas. Evidentemente que, para fazer sucesso em disco montado por grande gravadora, as exigências são outras. O artista deve abraçar o gênero musical que o consumidor quer, e não o que o cantor ou o músico quer interpretar. E, no final, os ganhos não são tantos assim porque a tecnologia não mais permite. Todo o disco lançado é alvo da pirataria incontrolável e da reprodução na internet, onde muitos podem copiar gratuitamente. 

O outro problema no mercado é a competitividade. Há milhares de cantores exibindo-se pelo país afora, bastando constatar pelas matérias estampadas nas diversas páginas da internet, nos jornais, nas revistas, enfim, por toda a mídia. Em resumo, diariamente há exibições para todos os gostos e preços. Alguns até com entrada franca.

Em poucos anos mudou muito o mercado.

Da forma como está tem lugar para todos que desejam participar do mundo artístico e musical. Só não tem lugar para os mais ambiciosos. Mas, conseguindo fazer um bom trabalho que agrade ao público, e não a si próprio, as chances são maiores de ganhar dinheiro com a arte.

Com toda essa disponibilidade de talentos o trabalho dos agenciadores (ou empresários) está hoje bem mais fácil. Dá até para ganhar algum, desde que possa investir em propaganda e assim chamar público para seus espetáculos.

Nos meados do século passado os grandes artistas estavam participando ativamente nos programas de auditório, com audição nacional, e lançando sucessos através das gravadoras. Não haviam cópias de discos. Você somente encontrava os discos nas lojas especializadas. E não eram baratos. Os artistas ainda participavam de filmes e de propagandas, e assim geralmente eram ricos, talvez milionários. Nessa situação temos muito poucos no Brasil.

Muitos interpretam essas mudanças como resultado também da economia brasileira, com a falta de empregos, obrigando muitos a seguirem a carreira artística, onde, bem ou mal, conseguem manter suas vidas.

Óbviamente que as mudanças atingiram todas as áreas. Há pouco tempo tinhamos no Brasil apenas quatro fábricas de automóveis. Hoje temos quase vinte. Quantos shoppings haviam no Brasil há trinta anos. Os cinemas foram quase todos fechados, para reabrirem, melhor aparelhados,  muitos anos depois mas dentro dos shoppings. 

Na música entendemos que novos caminhos devam ser percorridos por aqueles que pretendem ter uma carreira de sucesso. E o sucesso está em se expor na mídia. Cresce quem aparece. Mas também deverá trabalhar com pesquisa, utilizando em muito a internet, para inteirar-se sobre o que pensa o público de sua arte e o que esse público espera. Para isto existem as agências ou pessoas especializadas que se incumbem de mostrar ao artista as alternativas para o seu desenvolvimento profissional. A constante qualificação do artista é fundamental para o seu sucesso. Nada de fazer a fama e deitar-se na cama. Isto não funciona há muitos anos. Quando o profissional estiver pensando que está no auge do sucesso é melhor parar. Ninguém mais sabe onde é o pico do sucesso; ele pode ser infinito. E é preciso correr, porque a concorrência é grande e, como se diz, correr é necessário porque atrás vem gente. 

 

Nota do redator - O texto acima espelha a opinião do editor de Discomentando. Se você quer participar com idéias ou apresentar críticas, por favor, escreva-nos. Somos abertos a todas as opiniões.


OPINIÕES

Contrário ao exposto - "...entendo que mudanças sempre estão ocorrendo, por isto discordo do ponto de vista." (Geraldo Santana, Fortaleza, CE).

Parabéns - "O artigo vivencia perfeitamente as alterações não só no campo da música como também em todas as artes. Muitos querem ser artistas sem talento; outros são artistas autênticos, sem objetivar ganhos milionários; e há os espertos, que são ou não talentosos, mas que conseguem fazer público, ou seja, são mais talentosos na parte de economia." (Maria C. Fer, Marília, SP).

Cantor profissional - "Sou cantor profissional, gosto de cantar em qualquer canto, pois já cantei em barzinho, teatro, praça, sempre acompanhado de meu violão. Adoro o que faço e por isto, para mim, o resultado financeiro é secundário. Gostei da matéria que serve de alerta aos que estão começando e assim devem escolher o caminho que lhes convém." (P. R. S., Rio de Janeiro, RJ).

Gosto de vocês - "Sou jovem mas admiro as músicas e os discos de décadas passadas. E nesse Site encontro de tudo, e esse artigo foi lido em nossa aula e ainda serviu de tema para casa. Gosto de vocês. Sempre com novidades." (Angela B. T., Campinas, SP).

Galera - "Galera, a questão é que todo mundo quer ter sua vida independente. Ser artista é uma opção. Tô montando uma banda que deve abafar. Nosso negócio é fazer fãs e ganhar dinheiro. Não queremos ser considerados artistas." (Paulette, Goiânia, GO).

De olhos abertos - "Agora vcs. me abriram os olhos. Estou começando a carreira de cantor e compositor." (Simas, Uraí, PR).

Gaúcha - "Tchê, faço parte de um grupo de música regionalista, canto e danço, e nós sempre estimulamos nosso público a cantar com a gente, a participar do nosso show. Parece que assim agradamos (risos). Acho que o marketing é muito importante." (Gaúcha de Bagé, RS).

Economicamente correto - "Economicamente correto o pensamento do editor do Site. Em qualquer profissão que dependa do agrado do público é primordial que esse público aprecie e aplauda a atuação do profissional para poder continuar no mercado. O artista é um prestador de serviços, de entretenimento, e por tal não foge à regra do bom atendimento ao cliente." (Cristina M. Silveira, Curitiba, PR).

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